sábado, 23 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Especial dia de Finados

"Aqui jaz um homem que morreu de saco cheio", diz epitáfio bem-humorado
VITOR SORANO
DO "AGORA"
Cláudio Colello não poderia dizer que teve uma vida ruim: deixou quatro filhos encaminhados, seis netos, uma mulher que o admirava, uma empresa bem-sucedida no ramo de auto-adesivos e uma casa de praia em Peruíbe, no litoral paulista, onde viveu parte dos últimos de seus 66 anos. O velório, contam as testemunhas, foi prestigiado por mais de 500 pessoas.
O típico homem realizado teve cumprido até o seu desejo final, realizado por um empreiteiro de túmulos intrigado e surpreso, ao custo de cerca de R$ 100. Colello quis, forjado em bronze, o epitáfio mais bem-humorado do cemitério: "Aqui jaz um homem que morreu de saco cheio".
"Ainda falei para a mulher dele: "Não sei se funciona dizer que ele morreu de saco cheio'", diz Jair de Jesus Máximo, 52, o empreiteiro que fez o túmulo do empresário. Mas, como um bom comerciante, se resignou com a estranheza do pedido e fez o gosto da freguesa.
A viúva, Vilma Colello, 64, diz que não tinha outra opção. "Nunca tentamos desestimular [a idéia do marido]."
O que encheu o saco de Colello não foi nada de extraordinário, mas aquelas irritações cotidianas. "Teve um funcionário dele que precisou de uma ajuda financeira para poder morar. Aí, meu marido foi fiador e, no final, teve de pagar o aluguel", conta Vilma. "Por isso é que ele encheu o saco."
Segundo Máximo, o empreiteiro, placas de bronze duram para sempre. "Se não forem roubadas, né?", ressalva. O túmulo Colello já foi atacado. Levaram a cruz.
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Cagada =X
Segundo post deste novo e empolgado colabarodor! (daqui a pouco "talvez" eu abandone isso =Pp)
Como bom eh modesto publicitario (onde fica o acento?!?!?) que sou vou postar essa imagem que eh de uma campanha para a organização GFEP (Greenfamily Youth Association of Environment Protection). Esta ação de guerrilha foi veiculada na china para chamar a atenção pra faltar de preocupação com o destino do cocozinho nosso de cada dia!!!! Viva a guerrilha \o/
quinta-feira, 20 de setembro de 2007

1º post desta bela pessoa... q dizer mascote!!! Eh como primeira contribuição vai essa foto tirada em um orelhão em plena praia de copacabana!!! Se alguem se interessar... naum perca tempo naum... já q a bebel deixou a zona, abriu uma nova vaga, mas naum demore, pois estamos na ultima semana de paraiso tropical.
Agradecimentos: seu madruga
Ate a proxima... BM
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
segunda-feira, 2 de julho de 2007
sexta-feira, 22 de junho de 2007
Um "belo presente" para Bush!
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-58852583-11-de-setembro-_JM
Observem que ainda ta bem baratinho!
Observem que ainda ta bem baratinho!
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Projeto de "bomba gay" já foi pensado pelo Pentágono
WASHINGTON (AFP) - Uma 'bomba gay', que transforma os soldados inimigos em homossexuais que preferem fazer amor a fazer a guerra, foi uma idéia destrambelhada proposta nos anos 90 ao Pentágono para resolver seus conflitos bélicos.
Em 1994 o laboratório Wright, do Exército do Ar em Dayton (Ohio, norte), solicitou ao departamento de Defesa americano 7,5 milhões de dólares para desenvolver esta bomba constituída de um produto químico de efeito poderoso e afrodisíaco, que levaria os combatentes a adotar um "comportamento homossexual" e que minaria "o espírito e a disciplina das unidades inimigas".
O documento com esta solicitação, descoberto em dezembro de 2004 pelo Sunshine Project, uma associação com sede no Texas e na Alemanha que luta contra as armas biológicas, circula há vários dias pelos blogs e meios de comunicação americanos.
O Pentágono confirmou a existência dessa proposta, mas minimizou seu alcance. "O departamento de Defesa jamais incentivou tal conceito. E nenhum financiamento foi aprovado pelo Pentágono", afirmou à AFP um porta-voz militar, o tenente-coronel Brian Maka, recordando que essa idéia fazia parte de uma série de propostas sobre armas não-fatais, entre as quais estava um produto químico que tornaria os inimigos sensíveis à luz do sol e outra que visava a criar abelhas superviolentas.
Edward Hammond, do Sunshine Project, põe em dúvida, no entanto, as afirmações do Pentágono. "A proposta não foi rejeitada de cara. Foi examinada mais tarde", afirma ele no site da associação.
Ele diz ainda que a idéia foi inserida em 2000 num CD-ROM promocional sobre as armas não-fatais por um organismo do Pentágono, com sede em Quantico (Virgínia).
De acordo com Hammond, a idéia foi reiterada em um estudo submetido à Academia Nacional de Ciências, em 2001.
Esta história de 'bomba gay' virou prato cheio para piadas e comentários jocosos dos blogueiros. "Se tínhamos uma bomba gay, por que não as usamos nas montanhas do Afeganistão?", questiona o republicoft.com, que se identifica como um negro e homossexual que vive em Washington.
"Os imbecis que tiveram esta idéia deveriam levar um sopapos e obrigados a ouvir discos de Judy Garland para o resto de suas vidas", escreve outro blogueiro, Ed Brayton, no Huffington Post.
Os especialistas em homossexualidade não acham tal proposta tão estranha. "Esta história mostra as idéias ultrapassadas do Pentágono sobre a sexualidade e sobre a relação entre a sexualidade e a noção de ser um bom soldado", estimou Aaron Belkin, professor da Universidade da Califórnia.
"Imaginar que borrifar um produto químico sobre alguém possa torná-lo homossexual é grotesco, e imaginar que este indivíduo transformado em gay se torne um mau soldado também é ridículo", afirmou à AFP.
A polêmica a respeito do tema é tanta que o secretário de Defesa, Robert Gates, decidiu decidiu afastar de seu posto, em setembro, o chefe do Estado-Maior conjunto, o general Peter Pace, devido à controvérsia em Washington sobre as operações americanas no Iraque.
Em março, o general Pace classificou a homossexualidade de "imoral" em uma entrevista ao jornal Chicago Tribune, reavivando o debate sobre a lei que autoriza aos homossexuais a entrar no exército sob a condição de que não comentem sua orientação sexual.
Um projeto de lei democrata propõe reformar essa lei, batizada de "Não pergunte, não diga" ("Don't Ask, Don't Tell"), adotada em 1993 pelo presidente democrata Bill Clinton.
Em 1994 o laboratório Wright, do Exército do Ar em Dayton (Ohio, norte), solicitou ao departamento de Defesa americano 7,5 milhões de dólares para desenvolver esta bomba constituída de um produto químico de efeito poderoso e afrodisíaco, que levaria os combatentes a adotar um "comportamento homossexual" e que minaria "o espírito e a disciplina das unidades inimigas".
O documento com esta solicitação, descoberto em dezembro de 2004 pelo Sunshine Project, uma associação com sede no Texas e na Alemanha que luta contra as armas biológicas, circula há vários dias pelos blogs e meios de comunicação americanos.
O Pentágono confirmou a existência dessa proposta, mas minimizou seu alcance. "O departamento de Defesa jamais incentivou tal conceito. E nenhum financiamento foi aprovado pelo Pentágono", afirmou à AFP um porta-voz militar, o tenente-coronel Brian Maka, recordando que essa idéia fazia parte de uma série de propostas sobre armas não-fatais, entre as quais estava um produto químico que tornaria os inimigos sensíveis à luz do sol e outra que visava a criar abelhas superviolentas.
Edward Hammond, do Sunshine Project, põe em dúvida, no entanto, as afirmações do Pentágono. "A proposta não foi rejeitada de cara. Foi examinada mais tarde", afirma ele no site da associação.
Ele diz ainda que a idéia foi inserida em 2000 num CD-ROM promocional sobre as armas não-fatais por um organismo do Pentágono, com sede em Quantico (Virgínia).
De acordo com Hammond, a idéia foi reiterada em um estudo submetido à Academia Nacional de Ciências, em 2001.
Esta história de 'bomba gay' virou prato cheio para piadas e comentários jocosos dos blogueiros. "Se tínhamos uma bomba gay, por que não as usamos nas montanhas do Afeganistão?", questiona o republicoft.com, que se identifica como um negro e homossexual que vive em Washington.
"Os imbecis que tiveram esta idéia deveriam levar um sopapos e obrigados a ouvir discos de Judy Garland para o resto de suas vidas", escreve outro blogueiro, Ed Brayton, no Huffington Post.
Os especialistas em homossexualidade não acham tal proposta tão estranha. "Esta história mostra as idéias ultrapassadas do Pentágono sobre a sexualidade e sobre a relação entre a sexualidade e a noção de ser um bom soldado", estimou Aaron Belkin, professor da Universidade da Califórnia.
"Imaginar que borrifar um produto químico sobre alguém possa torná-lo homossexual é grotesco, e imaginar que este indivíduo transformado em gay se torne um mau soldado também é ridículo", afirmou à AFP.
A polêmica a respeito do tema é tanta que o secretário de Defesa, Robert Gates, decidiu decidiu afastar de seu posto, em setembro, o chefe do Estado-Maior conjunto, o general Peter Pace, devido à controvérsia em Washington sobre as operações americanas no Iraque.
Em março, o general Pace classificou a homossexualidade de "imoral" em uma entrevista ao jornal Chicago Tribune, reavivando o debate sobre a lei que autoriza aos homossexuais a entrar no exército sob a condição de que não comentem sua orientação sexual.
Um projeto de lei democrata propõe reformar essa lei, batizada de "Não pergunte, não diga" ("Don't Ask, Don't Tell"), adotada em 1993 pelo presidente democrata Bill Clinton.
Assinar:
Postagens (Atom)
